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terça-feira, 7 de outubro de 2014

PROJETO ARBORIZAÇÃO (Professora Juscélia)

Olinda em foco: Quem criou o projeto?
Professora Juscélia: O projeto inicialmente foi uma indicação da direção da escola do João Bosco, ele fez a proposta para mim e dai eu criei o projeto escrito. Conversei com a professora Lilian sobre este projeto pensando no meio ambiente em plantar árvores em torno da escola e ele foi aprovado e iniciamos em março.

Olinda em foco: Quem faz parte do projeto ?
Professora Juscélia: São os alunos do 3° e dos 4° anos.

Olinda em foco: Qual o objetivo do projeto?
Professora Juscélia: O projeto é incentivar os alunos a preservar o meio ambiente através do cuidado com as plantas do nosso jardim da escola e também reflorestar em torno da escola.

Olinda em foco: O que a senhora espera de cada um?
 Professora Juscélia: Eu espero que eles, tenham essa consciência de que o planeta precisa ser cuidado e que eles fazem parte do futuro da nação então se eles aprenderem isso, acho que o planeta irá agradecer.

Olinda em foco: Você acha que o trabalho dos alunos está de acordo com oque você esperava deles?
Professora Juscélia: Eles estão bastante interessados, fazem pesquisas, bem ativos e atingindo os objetivos propostos.

Olinda em foco: Qual é a faixa etária de crianças que participam do projeto?
Professora Juscélia: Temos alunos de 8 á 10 anos.

Olinda em foco: O que as crianças aprendem no projeto?
Professora Juscélia:  Eles aprendem desde como plantar desde pequena plantas até o plantio de jardins e arvores e cuidar delas também sobre solo, por exemplo quando uma árvore está com problema iremos cuidar como se fosse o nosso próprio corpo, se ela tiver um problema de saúde nós iremos tratar,claro!

Jornalistas: Karoline 8ºB e Ariane 8ºA
Editor: Profº Daniel

segunda-feira, 27 de maio de 2013

O Mar Morto pode mesmo morrer


Nos últimos 50 anos, o Mar Morto (foto acima), entre Israel e Jordânia, perdeu um terço de sua superfície original. O nível de água continua baixando, segundo a organização não governamental (ONG) Amigos da Terra Oriente Médio, entidade que reúne ecologistas israelenses, jordanianos e palestinos. Um ambicioso projeto prevê um aqueduto que tiraria água do Mar Vermelho para compensar a perda, mas é visto com
reservas pelos ecologistas.

Na verdade um grande lago salgado, ele perde muita água na evaporação, antes compensada pelo rio Jordão – no qual Jesus foi batizado –, que desemboca nele. Só que, nas últimas décadas, os inúmeros desvios e represamentos operados pelo homem no curso do rio para uso agrícola, hidrelétrico, de consumo humano ou por motivos políticos (os históricos conflitos na disputada região) causaram uma baixa de cerca de 1 metro por ano na profundidade do Mar Morto. Portanto, sua área original de 50x16 quilômetros está ameaçada.

A 412 metros abaixo do nível do mar, o famoso lago tem as águas mais salgadas do planeta – em torno de 10 vezes mais que as dos oceanos –, o que possibilita apenas a vida de micro-organismos primitivos. O local é grande foco de turismo, atraindo visitantes de todo o planeta por causa das propriedades terapêuticas de sua famosa lama salobra.

Fonte: arcauniversal 

Pesquisado Por :Vitoria Sales 7°D

quarta-feira, 27 de março de 2013

Perigo! O Himalaia está derretendo...




Geleiras do Himalaia diminuíram até 22% em 30 anos, afirmam cientista
Relatórios de instituto apontam que redução ocorreu no Nepal e no Butão.
Derretimento se acelerou entre 2002 e 2005 em dez geleiras avaliadas.                       
                                                                                                                                                                                                                                                                                                          Novos estudos científicos sobre o derretimento das geleiras do Himalaia revelam o impacto das mudanças climáticas nesta região e a ameaça que pesa sobre 1,3 bilhão de habitantes.                                        
                                                                                                                                                                  Segundo os estudos publicados em três relatórios do Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado das Montanhas, com base em Katmandu, as geleiras diminuíram 21% no Nepal e 22% no Butão nos últimos 30 anos.
                                                                                                                                                                   Estas descobertas seriam a primeira confirmação oficial sobre o derretimento das geleiras, após várias declarações empíricas. Elas corrigem também um anúncio errado do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas que afirmou em seu 4º relatório em 2007 que as geleiras do Himalaia derretiam mais rápido do que as outras do mundo e "poderiam desaparecer até 2035, ou antes".
                                                                                                                                                                         O IPCC afirmou que foi "um lamentável erro" provocado por "procedimentos que não foram devidamente acompanhados".
                                                                                                                                                                         Apoiados pelo projeto de pesquisa financiado pela Suécia e realizado pela  durante três anos, os especialistas descobriram que as dez geleiras observadas estão em processo de derretimento em uma velocidade que acelerou entre 2002 e 2005.
                                                                                                                                                                   Imagem de dezembro de 2009 mostra o Himalaia e uma geleira na região do monte Everest, a 140 km de distância de Kathmandu. Milhões de pessoas estão sob ameaça de derretimento da neve nesta região, de acordo com cientistas (Foto: Praças Matem/AFP)
Redução significativa
                                                                                                                                                                       De acordo com os resultados de outro estudo, o volume de neve que cobre a região diminuiu de maneira significativa nos últimos 10 anos. "Estes relatórios fornecem um novo ponto de comparação e informações sobre as zonas geográficas específicas para compreender a mudança climática em um dos ecossistemas mais vulneráveis do mundo", comentou o presidente do IPCC, o indiano Reagenda Pacari.
                                                                                                                                                                          As 54.000 geleiras do Himalaia alimentam com água os oito maiores rios da Ásia, entre eles - Indus, Ganges, Brahmaputra, Yangtzé e Rio Amarelo - suscetíveis de serem afetados pelo stress hídrico nas próximas décadas, com potenciais consequências para os 1,3 bilhão de pessoas.

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