terça-feira, 13 de agosto de 2013

Águas-vivas matam 40 pessoas por ano no mundo.

A água-viva possui tentáculos responsáveis pela produção do cisto, substância que, se colocada em contato com o homem, libera um veneno urticante que causa irritação, inchaço e vermelhidão na pele.

Existem mais de mil espécies de águas-vivas espalhadas pelo mundo, mas duas delas têm causado alguns problemas para os banhistas no litoral do Brasil, principalmente em São Paulo, como a Chiropsalmus quadrumanus e a Tamoya haplonema.


Porém, segundo biólogos, as espécies encontradas na costa brasileira são pouco perigosas e, até hoje, não existem relatos de contatos fatais entre esses animais marinhos e os seres humanos. Felizmente, as existentes no Brasil não estão entre as espécies que podem levar à morte, como as que habitam a Austrália, onde vários casos fatais foram registrados nos últimos anos.

Ainda assim, de vez em quando elas invadem nossas águas; no litoral paulista, durante o feriado de ano-novo entre 2007 e 2008, cerca de 300 pessoas sofreram queimaduras (alterações climáticas ou o desequilíbrio ambiental no habitat da espécie, incomum nessa época do ano, podem ter sido os principais fatores para a proliferação do animal na região). Esse ano, na mesma época, 50 pessoas foram queimadas no Piauí.



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